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agosto 21, 2016

Música nas escolas

Postado por Erica

Bom dia, Mulherzinhas!
Brasileiro é muito fã de música, praticamente corre no sangue, mas poucos decidem aprender de verdade alguma técnica ou teoria.
Eu estudei música desde os 5 anos de idade, quase todos em casa tiveram algum contato com a música seja instrumental ou canto, e hoje posso falar com conhecimento a importância do estudo musical nas escolas.
Já faz tempo que rola uma discussão enorme sobre o ensino obrigatório de música nas escolas públicas, mas muitos pais e mesmo alunos não sabem da real importância dessa matéria e acabam não ligando muito para isso, achando que é pura perda de tempo.  Por isso, decidi listar alguns motivos para o ensino de música e também os benefícios que ela traz.

A música contribui para a formação integral do indivíduo, reverencia os valores culturais, difunde o senso estético, promove a sociabilidade e a expressividade, introduz o sentido de parceria e cooperação, e auxilia o desenvolvimento motor, pois trabalha com a sincronia de movimentos”, explica Sonia Regina Albano de Lima, diretora regional da Associação Brasileira de Ensino Musical, (ABEM) e diretora dos cursos de graduação e pós-graduação lato sensu em Música e Educação Musical da FMCG (Faculdade de Música Carlos Gomes).  O trabalho com música desenvolve as habilidades físico-cinestésica, espacial, lógico-matemática, verbal e musical. “Ao entrar em contato com a música, zonas importantes do corpo físico e psíquico são acionadas – os sentidos, as emoções e a própria mente. Por meio da música, a criança expressa emoções que não consegue expressar com palavras”, completa Sonia Regina. “A música faz bem para a autoestima do estudante, já que alimenta a criação”.

Música pode refletir conceitos históricos e inserir os alunos dentro da cultura local e regional.

Pesquisas apontam que a música melhora a leitura e a compreensão de textos e também o desempenho em matemática.  Diversos estudos já comprovaram a correlação da música no tocante à aptidão escolar. Pesquisas realizadas por estudiosos alemães concluíram, por exemplo, que pessoas que analisam tons musicais possuem determinada área do cérebro 25% maior em comparação àquelas que não desenvolvem qualquer trabalho com música.  Além disso, outro estudo conduzido pela parceria entre o Instituto ABCD – que ajuda na identificação e tratamento de distúrbios de aprendizagem – e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) entre grupos de estudantes com e sem contato musical também apresentou resultados positivos.

Povos da antiguidade oriental já defendiam o ensino da música: Políbio atribuiu à música o poder de alterar o comportamento humano, o que parece que algumas ONGs redescobriram pelo menos dois milênios depois, já que as artes vêm resgatando jovens da marginalidade em vários projetos sociais, posso citar o afro-reggae e o Acema. Platão por sua vez reconheceu nesta arte, grande influenciadora da forma de governo, o que nos faz lembrar que renomados músicos de que hoje são considerados ícones da música popular, foram extraditados em tempos de ditadura militar culpados de subversão por usar suas composições para denunciar abusos contra o povo, posso citar Gilberto Gil, Chico Buarque entre tantos outros. Na China Kung-Fu-Tse latinizado por Confúcio atribuía a música o poder de ordenar a moral do povo (moral no sentido de valores e costumes).  Make Money Online : http://ow.ly/KNICZ
Eu posso ficar horas escrevendo sobre o assunto que não terá fim, então falarei um pouco da minha experiência com a música:
  • Socialização – Eu sou extremamente tímida e a música ajuda e muito na parte “fazer amizades e conhecer pessoas”.
  • Concentração – Quando estudamos música precisamos repetir determinadas lições 300 vezes por dia para alcançar a quase perfeição e isso requer uma concentração enorme.
  • Relaxamento – Até hoje quando preciso relaxar ou produzir qualquer conteúdo muito complicado a música é companheira inseparável.
  • Interpretação – A música precisa ser interpretada, cada nota, cada andamento, cada instrumento, isso nos dá um leque enorme de interpretações que nos ajudam na leitura tanto em português como em história, hoje por exemplo, tenho uma facilidade enorme para estudar sozinha matérias de humanas.
  • Raciocínio – Na música precisamos lidar com vários aspectos todos juntos, por exemplo, quem toca piano precisa ler várias notas ao mesmo tempo, precisamos ler várias notas a frente daquilo que tocamos, ou seja, nosso raciocínio fica ultra rápido.
  • Visão periférica – Quando tocamos precisamos nos atentar para a partitura que está a nossa frente, ao maestro que está um tanto distante e também aos nossos pares de estante e naipe, ou seja, nossos olhos enxergam tudo e mais um pouco.
  • Audição – Quando tocamos primeiro devemos afinar os instrumentos isso requer um ouvido trabalhado para identificar “erros” mínimos de afinação.  Depois precisamos ouvir todos os instrumentos da orquestra/banda para conseguirmos tocar de acordo e no mesmo andamento.  Isso requer uma audição sensível e afinada.
  • Coordenação – para todos os instrumentos precisamos pensar em uma coisa, enxergar outra e fazer uma coisa com cada mão, isso nos dá uma coordenação motora incrível.  Imagina você ler uma nota e ter que tocar outra?  Imagina você tocar uma coisa e estar lendo 4 linhas na frente? Imagina você tocar uma coisa com cada uma das mãos e ainda usar os pés para outra totalmente diferente?  O músico consegue fazer isso e muito mais.
  • Sensibilidade – em geral, músicos desenvolvem uma sensibilidade muito mais apurada que a maioria da população, pelo simples fato que ele tem que interpretar símbolos e transformá-los em música e sentimento.
Esses são só alguns dos efeitos que eu tive como experiência, estudei música dos 5 aos 24 anos, passando por flauta doce, canto, piano e violino.  Confesso que hoje sou mais exigente e tenho um senso muito mais apurado por causa da música.
A música é tão importante que hoje temos a profissão de musicoterapeuta, que trabalha com a música para curar e aliviar dores e doenças.
Acho que não preciso dar mais motivos para que todos sejamos defensores do ensino de música em todas as escolas.

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junho 30, 2015

Gregorians – monges pop

Postado por Erica

Bom dia, Mulherzinhas!

Vamos começar essa terça com música?

Gregorian é um projeto musical alemão, liderado por Frank Peterson, cantando cantos gregorianos inspirados em versões modernas das músicas pop e rock dos anos 60708090 e 2000. É principalmente produzido pela Nemo Studio e várias outras gravadoras da Europa. Um dos mais bem sucedidos projetos pop de fusão clássica, Gregorian mistura pop e rock com cantos gregorianos.

Originalmente, Gregorian foi considerado como mais um grupo pop-oriental no estilo de Enigma. Seguindo esta idéia, foi gravado o álbum de 1991, Sadisfaction, com os vocais feitos pelas cantoras do The Sisters of Oz: Susana Espelleta (que na época era a mulher de Peterson) e Birgit Freud. Entretanto, este foi só um álbum deste estilo, que mais tarde (oito anos depois) conceberia o projeto Gregorian.
Em 1998, Peterson e seu pessoal reinventaram o projeto para transformar sons populares em estilos gregorianos. Os critérios para a seleção de música foram estritos; para ser considerada, ela precisava ser traspassável em uma escala de 7 tons. Depois, com as músicas escolhidas, foram contratados doze vocalistas, previamente escolhidos através de uma sessão de testes de coro.
Cada álbum de Gregorian é inicialmente digitalizado e monitorado pela Nemo Studio, um estúdio do Peterson que fica em Hamburgo. Os cantores, em seguida, gravaram partes da música em uma igreja com a atmosfera de trêmulas luzes e velas, condizendo com o que Peterson havia dito em uma entrevista em 2001 como uma “Fria e Técnica” atmosfera de um estúdio.
O conceito provou ser um sucesso, e o grupo continuou gravando mais álbuns, como a saga Masters of Chant. Em 2004 lançaram The Dark Side, ao qual foi dado maior ênfase no elemento de rock e incluiu músicas do Nine Inch Nails e The Doors.
Em 2005, The Masterpieces, uma compilação de um DVD ao vivo que foi lançado, depois veio Christmas Chants, um álbum que no final de 2006 foi o penúltimo álbum de Gregorian. O álbum Masters of Chant Chapter VI, que foi o último álbum, foi lançado em 28 de Setembro de 2007, excluindo a coletânea ear Book Chants & Mysteries, na qual foi lançada simultaneamente com o último, e o lançamento de Christmas Chants & Visions, na qual foi lançada no final de 2008 como um relançamento do álbum de 2006:Christmas Chants, com um bônus de 2 músicas.
***Informações do Wikipedia*** 

 

Quer ouvir mais?  Acesse nossa playlist lá no canal Mulherzinhas S/A – Gregorian

 

 

 

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novembro 14, 2014

Épica

Postado por Erica

Epica é uma banda holandesa de metal sinfônico, fundada por Mark Jansen (ex-guitarrista do After Forever) no final de 2002. Utiliza vocal meio-soprano e gutural, e suas letras retratam o amor, o ódio, a agonia, a revolta, a cultura, as religiões e o sentido da vida.

No final de 2002, Mark Jansen saiu da banda After Forever, alegando divergências musicais com os demais integrantes, que desejavam um direcionamento mais pesado e menos sinfônico. Começou a procurar músicos para se integrarem ao seu novo projeto, inicialmente nomeado Sahara Dust. No começo, a banda contou com Helena Michaelsen (ex-integrante do Trail of Tears) como vocalista, mas logo depois ela abandonou o grupo e deu lugar a uma, até então, desconhecida mezzo-soprano,Simone Simons, na época namorada de Jansen. A banda estava completa com o guitarrista Ad Sluijter, o baterista Jeroen Simons, o baixista Yves Huts e o tecladista Coen Janssen.
Em 2003, ainda intitulada Sahara Dust, lançou a demo Cry for the Moon. No mesmo ano o nome da banda mudou para Epica, inspirado no álbum homônimo da banda Kamelot. Sobre o novo nome:
” Epica é um lugar do universo onde nós podemos encontrar as respostas para as mais importantes perguntas sobre a vida. A maioria de nossas letras é parecida com o significado de Epica. E o Kamelot acabava de gravar seu álbum intitulado Epica. Nós adoramos o título. A maioria dos membros, incluindo eu, adora ouvir Kamelot. Então decidimos mudar o nome para Epica.”
Em junho a banda lança seu primeiro álbum, The Phantom Agony, com nove faixas, destacando-se “Cry For the Moon”, “Feint” e “The Phantom Agony”. O álbum conta uma forte influência da música árabe, nítida na faixa “Seif al Din”. Os vocais são divididos entre a soprano Simone Simons e a voz gutural de Mark Jansen. A participação de oito vozes compondo o coral atribui um aspecto grandioso, especialmente na faixa de abertura “Adyta”, cantada em latim. Sétima faixa, “Run for a Fall” foi escrita por Mark Jansen e disserta sobre sua saída do After Forever. “Façade of Reality” aborda os atentados de 11 de Setembro, incluindo um trecho com declarações de Tony Blair.
Em 2004, a banda lançou o DVD We Will Take You With Us, que incluía gravações em estúdio de canções do álbum The Phantom Agonymaking of, os vídeos musicais deles até o momento (“Feint” e “The Phantom Agony”) e biografia.
Não conhece, o grupo???
Então veja alguns dos videos.  Provavelmente não agradará a todos (eu amo!), mas não podemos contestar que a técnica musical é formidável.
Informações retirados do Wikipedia no dia 14.11.14 

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novembro 6, 2014

Piano Guys

Postado por Erica

Boa tarde, Mulherzinhas!!
Inaugurando o nosso cantinho da música, teremos hoje o grupo Piano Guys.

É um grupo musical americano composto por Jon Schmidt e Steven Sharp Nelson. Eles ficaram famosos através do YouTube, onde vêm postando vídeos de arranjos e misturas de músicas populares e clássicas, acompanhados de clipes de visual profissional. Seu primeiro álbum foi lançado em dezembro de 2011.

O grupo teve início quando o pianista Jon Schmidt entrou na loja de Paul Anderson, em St. George, Utah, para perguntar se ele poderia praticar lá para um concerto.  A partir daí, eles começaram a produzir alguns vídeos simples juntos. Em seguida, Jon trouxe para o grupo o violoncelista Steven Sharp Nelson, com quem ele já havia tocado antes, e eles começaram a produzir um vídeo por semana para o YouTube. Alguns dos seus vídeos alcançaram a marca de mais de um milhão de visualizações.
O time também é composto por Tel Stewart e Al Van Der Beek, que trabalham na produção das músicas e vídeos.
Jon toca o piano e Steven toca o violoncelo – ambos utilizando os tipos elétrico e clássico.
Em muitas músicas, eles gravam várias trilhas de áudio que são misturadas. Ocasionalmente, eles também sobrepõem os vídeos das diversas trilhas para dar a impressão que muitos músicos idênticos estão tocando ao mesmo tempo.
Alguns dos vídeos de maior sucesso do grupo no Youtube foram os seguintes.

**Informações tiradas do site Wikipédia no dia 06.11.14.**

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