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agosto 4, 2014

Mulheres Fortes

Postado por Erica

Bom dia, Mulherzinhas!

A mulher tem marcado as últimas décadas mostrando que competência no trabalho também é um grande marco feminino.
Apesar de ser taxada como sexo frágil, a mulher tem se mostrado forte o bastante para encarar os desafios propostos pelo mercado de trabalho com convicção e disposição.
A fragilidade da mulher, ou melhor, a sensibilidade da mulher, tem grande colaboração nas influências humanas que se tenta propagar na atualidade, pois, como se sabe, o mundo passa por transformações rápidas e desastrosas que precisam de mudanças imediatas.
A mulher consegue transmitir a importante e dura tarefa de mudar hábitos com a clareza e a delicadeza necessária para despertar o envolvimento de cada indivíduo e a importância da mudança de cada um.

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agosto 1, 2014

Unhas X Esmaltes

Postado por Erica

Bom dia, Mulherzinhas!
Quem aí não gosta de esmaltes?  Aposto que quase ninguém! 🙂

Ao falar sobre esmalte, muitas pessoas logo se lembram do hábito que muitos têm em pintar ou reforçar as unhas através dessa mistura química que pode ser incolor ou multicolorida. As mulheres, em sua maioria, se perdem na infinidade de cores (muitas delas com nomes incompreensíveis) que prometem um visual mais elogioso ou mais antenado. Além disso, vários violonistas empregam o material para que as unhas não quebrem durante uma apresentação.
Apesar de tantos usos na contemporaneidade, o esmalte já integrava o cotidiano da realeza do Antigo Egito. Por volta de 3500 a.C., as mulheres egípcias aplicavam uma tintura de henna preta nas unhas. As cores mais vibrantes ficavam relegadas ao uso da família real e chegavam a despertar algumas preferências entre as rainhas do Egito. Cleópatra tinha uma clara preferência pela tonalidade vermelho-escura. Já Nefertiti tinha mais gosto pelo esmalte de tom rubi.
O mesmo poder de distinção social observado no uso do esmalte entre os egípcios também era perceptível entre os chineses. Em meados do século 3 a.C., o uso de tons vermelhos e metálicos (feitos com soluções de prata) significavam a ocupação de um lugar privilegiado na hierarquia social. Já entre os romanos, a pintura dava lugar a tratamentos com materiais abrasivos que faziam o polimento das unhas.
A tecnologia para o tratamento das unhas ficou relativamente estagnado até o século XIX. Nessa época, os cuidados se restringiam à obtenção de unhas curtas e que estivessem moldadas por uma boa lima. Em alguns casos, as unhas eram ligeiramente perfumadas com óleo e polidas com uma tira de couro. Numa época em que o recato era uma importante virtude, a extravagância dos esmaltes não seria nenhum pouco prestigiada.
Até essa época, uma das grandes descobertas foi a invenção do palito até hoje utilizado para a remoção das cutículas. No começo do século XX, os esmaltes começaram a recuperar espaço com o uso de soluções coloridas que não permaneciam fixadas mais do que algumas horas. Somente em 1925, durante estudos que desenvolviam tinturas para carros, foram descobertas as primeiras soluções que se assemelham com os esmaltes de hoje.
Na sua primeira versão, o produto era de um tom rosa-claro e era aplicado no meio das unhas. Chegando à década de 1930, já podemos notar que a “pintura” nos dedos do pé e da mão fazia muito sucesso entre as grandes estrelas do cinema hollywoodiano, como Rita Hayworth e Jean Harlow. No ano de 1932, os irmãos Charles e Joseph Revlon custearam a invenção de um novo tipo de esmalte, mais brilhante e com um leque variado de tonalidades.
Nas décadas seguintes, vemos que a tecnologia empregada foi se tornando cada vez mais complexa. As unhas postiças parecem como uma boa alternativa de se chamar a atenção sem gastar horas na manicure. Há poucos anos foram disponibilizadas máquinas capazes de imprimir uma imagem digital nas unhas. Difícil é saber onde a indústria da beleza pode chegar a fim de atiçar nossa vaidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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agosto 1, 2014

Nós amamos sapatos :) (parte 3)

Postado por Erica

Hoje, continuaremos nosso papo sobre calçados e o assunto será: BOTAS!!!

Bota cano longo

Praticamente reconhecidas como um clássico para a mulher moderna, as botas de canos altos, conquistam as mulheres ousadas. As de cano bem altos, também conhecidas como Cuissardes ou Over the Knees, pois vão acima dos joelhos, surgem também com canos dobráveis, são bem sensuais e usadas como fetiches. Tanto para os dias mega frios quanto para os mais fresquinhos, podem ser combinadas com inúmeras peças de roupas e outros acessórios. A altura do cano das botas varia desde a altura dos joelhos e até as mais exageradas, chegando quase ao fim das coxas!
Bota cano médio
Está super em alta! A bota de cano médio com pegada brutalista se firma como contraponto de looks ladylike ou que pedem um toque de rebeldia. É que entre as propostas de botas com cano de comprimento médio que vamos encontrar, há estilos diferentes. Há os coturnos e derivados, que surgiram com os militares para as atividades de combate, são genuinamente mais pesados; mas há também modelos mais delicados, com salto alto e, eventualmente, bico fino .O look mais atual está baseado neste contrapeso aqui: Quando a produção for mais pesada, com uma pegada rocker, militar(coturnos), masculina e afins, os modelos de botas mais lights, mais delicados, fazem um belo contraponto, dando um toque de feminilidade.
Bota cano baixo/Ankle Boots
“Ankle” quer dizer tornozelo, ou seja, a bota vai até o tornozelo, mas pode avançar um pouquinho até a canela também. O modelo é ideal para compor looks estilosos e despretensiosos. Versáteis, elas podem ser utilizadas tanto em dias frios, como naqueles de meia-estação, basta saber combiná-las com o look da vez. Para o inverno 2012, ora surgem fechadas ou vazadas, ora surgem detalhadas com elementos de influência militar, como cadarços (estilo montanhismo, formato hiking boots) e fivelas, assim como, aveludadas, estampadas, texturizadas e, em geral, em tons fechados ou terrosos. Os estilos e materiais variam e misturam-se, e os saltos também.
Wedge
A boa e velha anabela, sandália característica do verão, sai de cena e ganha uma nova versão e um novo nome. Batizado de wedge, que significa “cunha”, por causa do formato “blocado” do salto, o sapato que já foi promessa em temporadas anteriores, agora vai reinar nas ruas. O modelo surgiu como a grande aposta das principais marcas para as coleções Outono/ Inverno. Mesmo nas versões mais altas, é um dos sapatos mais confortáveis, em virtude da plataforma que ajuda a equilibrar o pé. Eles vêm em diferentes modelos e formas abusando dos materiais como couro, veludo e camurça, além de acabamentos diferenciados como tachas, spikes, glitter e rendas.
Ugg
São botinhas toda de tecido forrado com pelúcia. Muito usada em lugares frios e com neve.

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